Eu adoro tatuagens. Sempre gostei e acho que é uma forma de arte muito interessante já que vamos levar o desenho pro resto da vida. Por isso é preciso muito cuidado antes de fazer uma. O básico é pensar bem antes de decidir para ter certeza do desenho que se quer fazer. E também, é claro, escolher um bom lugar e um bom tatuador. Esse não é o caso das pessoas nas fotos abaixo....
Vamos começar com a série: "Queria fazer uma homenagem pra você!"
Da série: "Não vi o que ele tava fazendo aí atrás".
E, na última série: "Viagem no ácido".
And the winner is...
Ou será esse aqui?!
Pra terminar bem essa sessão de bizarrices, deixo as minhas duas tatuagens. A primeira eu fiz em 2008. É o nome de uma música do Pearl Jam, Given to Fly, que significa capaz de voar.
A segunda, é uma clave de sol no ombro, que eu fiz em 2009.
E é claro, pra terminar melhor ainda, o vídeo da música que inspirou minha tattoo:
Em primeiro lugar, quero deixar bem claro que respeito o gosto alheio, por mais que esse seja extremamente ruim...
Como pode existir tantas bandas iguais hoje em dia?
O meu estilo de música é definitivamente rock. Mas não é qualquer tipo de Rock. Pouca coisa me atrai no pós-década de 90, ou seja, hoje.
É complicado dizer isso, e triste ao mesmo tempo....Como pode um gênero musical cair tanto assim no quesito qualidade?
Não é à toa que bandas antigas estão voltando...Ainda há salvação pro Rock!
Anyway...
Voltando ao tópico "hoje em dia", não sei se só eu tenho essa impressão. Mas é uma conta bem simples: pegue essas bandinhas que fazem muito sucesso como NXZero, Cine, Fresno e afins. É TUDO A MESMA COISA!!
Onde foi parar a inspiração?! A melodia?! A poesia?! A MÚSICA??!!
Será que os fãs dessas "bandas" nunca ouviram um Nirvana, um Queen, um The Who ou um The Doors? Ah, sem esquecer dos Beatles e dos Rolling Stones....Isso só pra citar algumas.
Esse é um vídeo da melhor e mais hipnotizante música do The Doors, na minha modesta opinião, em uma versão ao vivo:
Não vou entrar no assunto de rótulos. Nenhuma dessas bandas se definem como "emo" e até não gostam quando são chamadas assim. Mas, se elas não são "emo", o que seriam então?
Talvez punk?
Ah sim, eles são muito punk mesmo, dá até pra sentir toda a rebeldia nos vocais chorosos de "Razões e Emoções" ou aquela voz aguda e irritante quando o vocalista do Cine insiste em repetir "só minha"...
E como eu conheço essas músicas? Porque elas não param de tocar nas rádios e em programas de TV. Sim, fazem muito sucesso....
Então, como fica o Rock?
Algumas bandas que surgiram no pós-90 e que são realmente boas como Audioslave (infelizmente se separou, mas tive o privilégio de ver um super-show do Chris Cornell em 2007), The White Stripes, The Strokes, Fraz Ferdinand, Kings of Leon, Coldplay e por aí vai...mostram que o Rock não morreu!
Minha dica: procure todas essas bandas boas que citei. Cada uma tem um estilo diferente e você, com certeza, não vai se arrepender! E pra terminar, um vídeo de uma das minhas bandas preferidas dos anos 2000:
Minhas mais sinceras desculpas se alguém leu isso e se sentiu ofendido, como eu disse no começo, respeito todas as opiniões.
E se existisse um serial killer que fizesse justiça com as próprias mãos, matando somente quem merecesse? Esse assassino existe. E tem nome. Dexter.
Dexter Morgan é um personagem criado por Jeff Lindsay em seu livro Darkly Dreaming Dexter. Ele é um analista forense especialista em sangue que trabalha para a polícia de Miami. Porém, Dexter tem um lado sombrio: ele também é um assassino que mata outros assassinos ou os que, na sua visão, merecem. O livro foi adaptado para uma série de TV, DEXTER (que hoje, infelizmente, não está mais sendo transmitida no Brasil), vencedora de vários prêmios, entre eles o Globo de Ouro em 2010 para Michael C. Hall (que interpreta Dexter) como melhor ator de drama.
A abertura da série não é nada menos que irônica.
Dexter é um paradoxo: Ao mesmo tempo em que ajuda a resolver crimes, também os comete. É da sua natureza ser um assassino. É o seu trabalho e ele gosta do que faz (digamos, ainda, que o faz muito bem).
Ainda durante a 1ª temporada, Dexter vai a um psicólogo e faz uma incrível revelação que parece tirar um grande peso de seus ombros. (Na minha opinião, uma das melhores cenas dessa temporada).
No final do ano passado, a Showtime lançou os Early Cuts. São animações que contam sobre as primeiras vítimas de Dexter e como ele se aprimorou até chegar a ser o assassino que hoje é retratado na série.
Dito tudo isso, uma coisa nessa série me fez pensar: "E se, de repente, algumas pessoas se inspirassem nesse personagem e decidissem seguir seu exemplo, fazendo justiça com as próprias mãos?" Se (e se) isso acontecesse, o mundo viraria um caos. Tudo seria motivo para matar. O "olho por olho, dente por dente" seria finalmente a regra. É óbvio que às vezes é o que a gente sente e o que a gente quer. Não é à toa que o Capitão Nascimento foi tão aclamado e considerado um herói. Mas isso é só ficção. Será que nós iríamos gostar tanto assim de ter um Dexter nos rondando?? Tá, não vou nem começar a falar sobre a mídia manipuladora e seus programas sensacionalistas de fim de tarde que exploram bastante essa ideia. A questão aqui é outra. O que eu realmente quero dizer é que Dexter já existe. Existe em cada um de nós. É aquele lado monstro (como o próprio Dexter diz) que todos queremos esconder. A única diferença é que uns escodem mais; outros, bem, não são tão bons atores assim... Enfim. Todos somos um paradoxo (ou uma metamorfose?) ambulante. Todos somos Dexter!
Inglaterra. 30 de Agosto de 1992. Dia memorável para todos os fãs do Nirvana que estavam presentes no Reading Festival. Kurt Cobain (vocal e guitarra) entra no palco sendo empurrado em uma cadeira de rodas, vestindo peruca e roupa de hospital. Tudo não passava de uma brincadeira com os rumores de que ele estaria doente. Dave Grohl (bateria) e Krist Novoselic (baixo) completam a banda.
Felizmente, os fãs que não puderam ver esse show ao vivo (por motivos óbvios, assim como eu) tem hoje a chance de desfrutar de uma das melhores apresentações da banda. Ou, como é mais conhecida, A MELHOR APRESENTAÇÃO DO NIRVANA. No final do ano passado, foi lançado o DVD NIRVANA LIVE AT READING e, é claro, que eu pedi de presente de Natal.
Assim que pude, o vi e tive que concordar, é realmente um show que entrou para a história do rock. A única coisa que eu consegui pensar depois foi: "Eu nasci na época errada..."
É incrível que mesmo depois de 15 anos do fim da banda - por causa do suposto suicídio de Cobain - tudo continue tão atual. Claro que a destruição clássica dos instrumentos no final do show é bem a cara dos anos 90 mas, o Nirvana continua a fazer fãs ao redor do mundo. Um DVD essencial para os fãs, para aqueles que gostam de Rock e, se for pra rotular, para os que curtem o Grunge dos anos 90.
Resumindo: boa música. É apenas o que eu tenho a dizer.
Por fim, deixo 2 vídeos: o 1º é o trailer oficial do DVD; o 2º, é da mais conhecida e famosa música deles.
Tudo começou há pouco mais de um ano. Estava de férias da faculdade e era final de 2008. Na época, meu irmão monopolizava o computador durante o dia e, nas madrugadas, o pc era só meu. Foi em um dia sem muitas inspirações que resolvi buscar uns vídeos na internet. Sou muito fã do Rafinha Bastos e, por isso, comecei por ele. Depois de ver alguns vídeos do seu stand up (A Arte do Insulto - que por sinal é muito melhor ao vivo) decidi ver um dos relacionados. Era um tal de IMPROVÁVEL. Bem, depois disso virei fã desse espetáculo que é "provavelmente bom". E, é claro, virei fã dos BARBIXAS - Daniel, Elidio e Anderson - e do trabalho incrível de improviso (sim é realmente improviso, apesar de muitas pessoas acharem que não...) que eles fazem no teatro. Improviso não é apenas chegar lá e fazer qualquer coisa; é necessário muito estudo, como eles mesmos sempre dizem. Na verdade, acho que vicie. Toda a noite eu via pelo menos um vídeo deles. Infelizmente só consegui ir em um IMPROVÁVEL em 2009 ("a melhor penúltima sessão já vista"). Esse foi um dos primeiros vídeos (se não o primeiro!) que eu vi deles.
E, é claro, como fã que sou, tive que ir nas gravações do novo programa deles, o É TUDO IMPROVISO, que de tanto eu falar, algumas pessoas já me perguntaram se eu ganho royalties pela divulgação do programa.... Por último, só tenho que elogiar muito o trabalho deles e, também, a simpatia e a atenção que eles dão para todos os fãs enlouquecidos que pedem autógrafos e fotos na saída da Band às dez horas da noite! (apesar disso......não sou uma dessas fãs enlouquecidas....).
Ah...é claro que também tenho que comentar sobre as amizades improváveis que fiz na fila esperando para entrar na gravação (assim elas não se sentem excluídas!): Andresa, Isamara, Mariana, Mai, Marcela e a amiga de Floripa Gisele. Obrigada por dividir esse "vício" comigo!
Era cerca de 3h30 da manhã do meu aniversário. Estava eu na sala na casa da minha avó. Eis que ela surge na porta da sala e pede pra eu ir dormir. Eu disse que já ia. Ela se virou e foi pra cozinha. Quando menos espero ela volta com R$100,00. "Já é seu aniversário!", me disse estendo a mão e me dando o dinheiro. Às vezes fico me perguntando sobre essas coisas que acontecem do nada.......